Aprendi na faculdade a usar o estetoscópio para ouvir o coração. A vida e a psiquiatria me ensinaram a usar a escuta para ouvir a alma.
Para mim, o ato médico mais revolucionário continua sendo o mais simples: ouvir com atenção, com empatia e sem julgamentos. É nesse espaço de confiança que a verdadeira cura começa a acontecer.
Neste Dia do Médico, minha homenagem vai para a medicina que acolhe, que compreende e que cuida do ser humano em sua totalidade.
Parabéns a todos os meus colegas de profissão!

